O álcool e o cérebro: a longo prazo.
DANOS:
Beber muito frequentemente pode causar
danos permanentes, como redução no tamanho do cérebro e deficiência nas fibras
que transportam informações entre as células cerebrais. Essa deficiência ocorre
porque o álcool interfere na forma como o corpo absorve as vitaminas B.
DEPENDÊNCIA:
O corpo responde ao contínuo consumo de álcool tornando-se dependente dele. Essa dependência, a longo prazo, causa alterações nas reações químicas do cérebro. Ele se acomoda à presença regular de álcool, alterando a produção de neurotransmissores. Quando o indivíduo para ou reduz drasticamente a bebida, cerca de 24 a 72 horas depois, o cérebro começa a sentir os efeitos da abstinência ao tentar reajustar sua química. Os sintomas de abstinência incluem desorientação, alucinações, delírios, náuseas, suores e convulsões.
POR QUE O ÁLCOOL RELAXA?
Embora bem conhecidos os efeitos relaxantes que o álcool provoca no organismo, até o momento ninguém sabia explicar exatamente o porque. Os pesquisadores constataram que o álcool abre um tipo específico de canal iônico, chamado de GIRK. Quando aberto, esse canal permite que as células cerebrais eliminem íons potássio, reduzindo desse modo sua atividade.
O resultado é uma depressão do funcionamento do cérebro - percebida como sensação de relaxamento pela pessoa que bebeu. A ação direta do álcool só foi confirmada em relação a esse fenômeno específico. Outros efeitos da droga, como a diminuição do controle motor, são provocados indiretamente e exigem o auxílio de neurotransmissores ou da alteração da voltagem nas membranas dos neurônios.
NA SOCIEDADE:
Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, pois este excesso está inteiramente ligado a acidentes de trânsito, violência e alcoolismo e quadro de dependência.
DEPENDÊNCIA:
O corpo responde ao contínuo consumo de álcool tornando-se dependente dele. Essa dependência, a longo prazo, causa alterações nas reações químicas do cérebro. Ele se acomoda à presença regular de álcool, alterando a produção de neurotransmissores. Quando o indivíduo para ou reduz drasticamente a bebida, cerca de 24 a 72 horas depois, o cérebro começa a sentir os efeitos da abstinência ao tentar reajustar sua química. Os sintomas de abstinência incluem desorientação, alucinações, delírios, náuseas, suores e convulsões.
POR QUE O ÁLCOOL RELAXA?
Embora bem conhecidos os efeitos relaxantes que o álcool provoca no organismo, até o momento ninguém sabia explicar exatamente o porque. Os pesquisadores constataram que o álcool abre um tipo específico de canal iônico, chamado de GIRK. Quando aberto, esse canal permite que as células cerebrais eliminem íons potássio, reduzindo desse modo sua atividade.
O resultado é uma depressão do funcionamento do cérebro - percebida como sensação de relaxamento pela pessoa que bebeu. A ação direta do álcool só foi confirmada em relação a esse fenômeno específico. Outros efeitos da droga, como a diminuição do controle motor, são provocados indiretamente e exigem o auxílio de neurotransmissores ou da alteração da voltagem nas membranas dos neurônios.
NA SOCIEDADE:
Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, pois este excesso está inteiramente ligado a acidentes de trânsito, violência e alcoolismo e quadro de dependência.
DIREÇÃO: Alysson, David, Messias, Mirela e Vitória.
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